O vírus: priões, não zombies
Uma antiga introdução de DayZ, escrita pelo criador do jogo, explica o agente patogénico: substitui uma proteína do cérebro por priões, tal como a doença das vacas loucas. Dos expostos, cerca de 86% morrem, aproximadamente 12% ficam infetados crónicos - vivos, mas sem função cerebral normal e com uma fúria incontrolável por sangue - e cerca de 2% são imunes. Esses 2% restantes és tu, o jogador, e é por isso que nunca te transformas quando és atacado.
O DayZ é enfático: estes não são zombies. São seres humanos vivos infetados por um vírus altamente contagioso e, por estarem vivos, podem ser abatidos com tiros no corpo, não só na cabeça.
O resto do mundo também está infetado - Chernarus, Livonia, Sakhal e a futura região de Badlands, Tachistan -, mas os criadores chamam-lhe epidemia, não pandemia, o que sugere que partes do globo ainda resistem. Os quedas regulares de aviões russos e americanos, e o facto de as únicas zonas de gás permanentes de Livonia serem o aeroporto e um centro de tratamento, sugerem que a infeção viajou de avião.